domingo, 9 de maio de 2010
Hoje, só uma palavra:
terça-feira, 6 de abril de 2010
Chicken Little

O filme mais visto na minha sala de cimena...
Se quiserem, podem chamar-lhe apenas a sala lá de casa...
:D
PS: Nota-se muito que sou mãe?
quarta-feira, 31 de março de 2010
Tiago Bettencourt
Há muito que merecia...
http://tiagobettencourtemantha.blogs.sapo.pt/
sexta-feira, 19 de março de 2010
Leituras

"Às vezes um acontecimento sem importância é capaz de transformar toda a beleza em um momento de angústia. Insistimos em ver o cisco no olho, e esquecemos as montanhas, os campos e as oliveiras"
"Os sentimentos devem estar sempre em liberdade. Não se deve julgar o amor futuro pelo sofrimento passado."
"A melhor maneira de servir a Deus é indo ao encontro de seus próprios sonhos. Só quem é feliz pode espalhar felicidade."
"O Amor se descobre através da prática de amar e não das palavras."
[Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei - Paulo Coelho]
Sem dúvida alguma, um livro que me tocou.
Não foi só uma leitura, foi o inicio do reencontro comigo mesma...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Contagem exacta às 1h37m de hoje:
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Ups!
- Não môr, a mamã é uma menina...
- E não tens pilinha?
- Não, as meninas não têm pilinha...
- Tão deixa ver o que tu tens...
Glup (engoli em seco)
Não é cedo demais para estas conversas/perguntas?
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Panis Angelicus
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sem palavras...
"Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair..
Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.
Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Pedes o mundo
dentro das mãos fechada
se o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.
Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar.
E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração. "
...
domingo, 8 de novembro de 2009
Porque há spots publicitários excelentes!
- Why am I different from others?
- Why do you have to be like others?

